sexta-feira, 25 de novembro de 2011

E lá ficaram...

No alto das claves de sol, e de tudo aquilo que bem não sei designar, eles ficaram. Apaixonados um pelo outro, e por eles: música e jazz. E lá ficaram aqueles homens da obra de quatro edifícios, crentes num tempo em que não será preciso estar por lá, estatisticamente uma das maiores cidades do Sul do Brasil. Nas caixas de Caxias, o sol ilumina por entre prédios cinzas e monumentos em memória dos heróis da civilização, porém, "cada sociedade tem o vandalismo que merece", e intuitivamente as pombas hão de povoar mais e mais a praça principal. Agrada saber que há amor entre tantos mecanismos de segurança; que há jovens inquietos de todas as idades e notar tão nitidamente que esta cidade é uma lente de aumento da cidade de origem desta beata.
Quantos sonhos se aposentam nestes estilos provincianos de cidade? E quantas árvores, como a Acácia é plantada de pouco em pouco para camuflar os "campos dos bugres" destruídos em prol...em prol de que mesmo?

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