Quando elas dirigem seus altos saltos
Finos toques, finos couros
Chicoteados nos fetiches
Fortes jóqueis, fortes touros
Saltos altos seus as dirigem
Elas de quando em quanto
Enquanto outras lavam
seus altos caros sonhos de prateleiras
Pó de vitrine
Suicídio de manequim
Maneta da falange,
pode que braço erguer este 'sim'?
Pó de que abraço se perde aqui?
Manequim frouxo não pode ir...
Quando curte o couro
Dos calos das mãos
que corem cetim,
toucinho é mordido no instrumental do cuim.
Devagar, torturante, bem assim:
Quanto quando!
Pra pinto ser galo
pinta ser galã,
galo ser prato
pra tolo ato de cozir
assado, assim?
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